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Dias Felizes

Dias Felizes

Esperança

As cassandras, da direita ou da ala Belzebu, temem o Costa, a quem chamam de monhé nas costas ou aqui, nas trincheiras cabotinas. Fora do paleio de politologia, quem perde com a queda do Governo e seus muchachos? Passos & Portas? Os coveiros Dupond e Dupont, já orientados nas suas novas fileiras administrativas e cooperativas? Que mais se poderá perder após a queimada torcionária, na entrega prostituta da nação valente e imoral a quem deu mais? Aos analistas, a análise. Aos viventes, as provas de vida. Não sou de esquerda, nem de direita, nem de centro. Sou português, nado e criado, a bater nos 44 quando chegar a Primavera, e nunca vi um Portugal tão desesperançado e tenebroso, tão cabisbaixo e promíscuo como o dos últimos quatro anos. Agora começa o festim dos que nada fazem a disparar ao elenco de novéis ministros, a ir aos armários sacar os esqueletos, a satirizar ou a escarnecer os passados mais ou menos recentes, os apelidos, os currículos. Como diria o chefe Silva, o quase defunto elegante, o queixada de clown, deixem-nos trabalhar. Que fique o slogan a pairar e haja esperança nalgum renascimento, nem que seja o da façanha de respeitar quem trabalha como se lhes fez, aos lendários P & P, antes de ter dado no que deu.

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