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Dias Felizes

Dias Felizes

O medo (NÃO VAI TER MUITA FORÇA)

Querem calar as pessoas com o medo. Querem silenciar as vozes com a ameaça (da perda, da avença, do título, da acção, da propriedade), mas a acção veemente, essa, só a morte trespassa. Querem que caminhemos baços, atarracados, de cabeça baixa, à babugem da sinecura, da palmada nas omoplatas. A feira - a minha feira - não será nunca cabisbaixa. Se todos contassem o que sabem dos podres (com factos) que verniz estalaria? Gostam de falar, os biltres, dos telhados de vidro. Amar demais (o amor, a vida, o desejo, a verdade) não é pecado. O pecado é a construção da hipocrisia. Se todos contassem, olhos veros nos olhos cabotinos, dos seus amores e paixões sinceras, no lugar de o dizerem entre pares, entre portas, entre paredes, não seria o mundo mais limpo? Ou a mentira e a hipocrisia são parte do jogo da alegria? Esse país aldraba de albarda.

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